Total de visualizações de página

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Trabalho de aluno

BRASIS: Dos pesadelos aos sonhos...

Há muitos e muitos anos, em uma terra bem distante aqui do Rio Grande do Sul, um homem brasileiro que se chamava Severino. Seu passatempo preferido era caminhar élas margens do Rio Ipiranga.
Em um desses seus passeios matinais, avistou, ao longe, um navio cheio de tripulantes. Quando o navio se aproximou da costa, ele logo percebeu que o comandante do navio era Dom Pedro I, que ele bem conhecia das história que seus pais lhes contavam.
 Ao desmbarcar em chão  firme, Dom Pedro avistou uma linda paisagem                                                 composta por uma  floresta magnífica, uma variedade de animais                                                  e...um único homem: Severino, ao lado de seu inseparável cachorro que atendia pelo nome de Nordestino.
Dom Pedro, sem conhecer nada por ali, perguntou a Severino:
- Que lugar é esse, meu bom homem?
Severino, educadamente respondeu:
- Você está no Brasil: Terra onde há muita seca no Nordeste, onde raras são as plantações que resistem e onde a fome e a miséria imperam.
- Mas não pode ser!!!!!! – Espantou-se Dom Pedro.
- Vim para cá porque sempre ouvi dizer que aqui há muita riqueza! Que as terras são ótimas para o plantio, que tudo o que se planta, dá!
- Ah, meu amigo, é que esqueceram de lhe dizer que o Brasil é muito grande. E que há muita desigualdade por aqui em todos os sentidos: no que diz respeito ao clima, nem se fala! E as desigualdades sociais, então?
Dom Pedro estava visivelmente desapontado. Afinal, viajara tanto! De Portugal até o Brasil em busca de uma Terra Adorada...E logo ao desembarcar ouve isso!
Mas Severino, vendo a expressão de Dom Pedro, segue em sua fala:
- Mas não se assuste, amigo. Se veio em busca de riqueza, chegou ao lugar certo. Aqui você terá muitos outros braços fortes, homens destemidos, capazes de enfrentar tudo pela luta por igualdade e progresso.
- Ufa! Agora você me fez sentir aliviado! Já estava assustado.
- Que nada! Vamos trabalhar juntos por aqui, onde as terras são fofas e fértis e de tudo um pouco se pode plantar e colher.
Dom Pedro concordou prontamente e se instalou por ali mesmo, próximo às margens do Ipiranga. Sempre contou com a ajuda de Severino para aumentar cada vez mais suas lavouras, mas teve que assumir um compromisso muito sério, do qual Severino não abriria mão. Logo no primeiro encontro foi logo dizendo:
- Veja bem, Dom Pedro! Sou homem que não teme o trabalho duro. Mas você também terá que trabalhar! Eu me comprometo a trabalhar a terra e você se compromete a agilizar políticas de irrigação para a região do Nordeste brasileiro. Quero ver todos os meus irmãos nordestinos largarem a vida severina que os persegue. E quero mais: quero que se comprometa que a morte severina nunca mais levará meus irmãos antes dos trinta por velhice, e muito menos de fome um pouco por dia.
Com esse pacto, Severino e Dom Pedro conquistaram muitas melhorias para todo o Brasil. Solucionado o problema da seca, o Nordeste passou a ser também um grande produtor, pois o que faltava aquele povo não era coragem para trabalhar, mas sim as condições necessárias ao trabalho.
                                                                   (Willian / 83)

Trabalho de alunos

BRASIL: IGUALDADE, ONDE ESTÁS?


Era uma vez...
Um Severino, que como tantos outros, não sabia por onde ir, pois por todos os lugares onde passava, só presenciava a morte. Mesmo assim - apesar de ter chegado a pensar em pôr um fim a sua vida, em muitos momentos em que sentia-se inundado pelo rio da fome -  seguiu em frente, buscando fugir da Vida Severina que o perseguia e também da Morte Severina, que insistia em levá-lo antes dos trinta.
Persistente, apesar da fraqueza física provocada pela fome e pela sede, Severino resolveu seguir o Rio Capibaribe para chegar até um lugar onde sua vida pudesse ser prolongada.
Certa manhã, já no extremo da canseira, viu um homem aproximar-se dele. Pensou estar tendo visões. Mas apressou o passo e, chegando mais perto do homem, perguntou-lhe:
- Por que aqui no Brasil há tanta miséria?
- Não sei, não, seu moço. Deve ser por causa do nosso governo.
- Pois é. Andei muito até chegar aqui e por todos os lugares em que passei só presenciei pobreza, morte e desigualdade entre as pessoas.
- É...Mas nossos governantes nem “dão bolas” para isso.
- Estavam os dois a conversar, quando um homem, com ares e roupas de super-herói se aproxima e diz:
- Bom dia, senhores! Estava passando e, sem querer, ouvi o que vocês conversavam. Tive uma ideia!!!
- Qual é a ideia? – Você é mesmo um super-herói?
- Sou sim! Sou o Homem-Brasileiro! Enfrento tudo com a clava forte da justiça!
- E o que você pretende fazer, então?
- Vou reformar nosso Brasil: tirar nossas crianças das ruas, fazer brotar alimentos na mesa dos pobres e organizar nossas cidades para que todas sejam limpas e com toda a infraestrutura necessária.
- Ah! Isso vai ser impossível! Nosso governo “tá nem aí” para esses problemas do nosso Brasil!
- Nada é impossível, quando não se teme nem a própria morte! Quando se luta pelos nossos sonhos! Por aquilo que acreditamos ser o mais justo!
Dizendo isso, o Homem-Brasileiro saiu voando, sem dar mais satisfações a nenhum dos dois, que ficaram boquiabertos olhando a cena.
Passado o espanto, os dois se olharam e chegaram à seguinte conclusão:
- É, nosso super-herói está certo! Mas ele não pode fazer tudo sozinho!
- Isso é verdade. Não adianta cantarmos as mil maravilhas do nosso País, no Hino Nacional Brasileiro, se a realidade é outra.
- Sim, vamos em frente! Vamos contagiar outros brasileiros para que lutem conosco, com braços fortes e cheios de amor e de esperança, pela igualdade de norte a sul do nosso Brasil.
           - Graças a esse Homem-Brasileiro, nosso   País ainda não virou província de outras  terras novamente, como no princípio da História!
                Endiele / Lucielly / Thábata – 8ª Série/Turma 83-2011)                         

Trabalho de alunos

EM BUSCA DA FELICIDADE

Depois de muitos dias de caminhada, Severino Retirante chega a um lugar onde todas as pessoas estavam muito bem vestidas, com roupas elegantes, tinham a pele macia e os cabelos sedosos.
Estava ele ainda maravilhado com tudo o que via, quando dele se aproxima um homem a cavalo, com uma espada na cintura, e lhe pergunta:
- Boa tarde! Como é seu nome, meu caro?
- Meu nome é Severino, não tenho outro de pia. Mas como há muitos Severinos na minha terra, para que melhor me conheçam as pessoas, passei a me chamar Severino Retirante.
- E qual é a “sua” terra? Onde fica? De onde você vem?
- Ah! Venho de onde o sol é escaldante. Lá mal se tem o que comer. Água para beber? É uma relíquia, quando há...Mas, e você, de onde é? É daqui mesmo?
- Sim, por quê?
- Por que o senhor é belo, é forte, é impávido...Diferente dos homens da minha terra, que mal conseguem equilibrar a cabeça sobre as pernas finas.
- Muito obrigado pelo elogio. Você gostaria de conhecer nosso rei?
- REI?????????!!!!!! Há um rei por aqui? De verdade?
- Sim, vamos até o castelo.
Chegando ao castleo, Severino se assusta com tanta gente que vê. O rei, vendo a aflição dele, manda todos, menos seus guardas e conselheiros, embora. Só então dirige-se a Severino.
- Boa tarde! Não se assuste! Diga-me quem é você e de onde vem.
- Sou Severino Retirante, venho de um lugar onde só pedras brotam do chão e onde o rio mais largo e fundo é o da fome.
- E o que o traz até nossa pátria amada, que conseguimos conquistar com braços fortes?
- Venho em busca de uma vida melhor. De bosques verdes e floridos. De um chão onde se possa plantar e colher.
- Como era sua vida, na sua terra?
- Comia somente quando havia o que e, havendo ou não, trabalhava de sol a sol, tentando tirar das pedras algum sustento.
- Pois você chegou ao lugar certo: aqui nossos campos têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, nossas lavouras mais frutas, legumes e verduras. Aqui toda gente tem mais amor, pois vivemos sob o manto das glórias conquistadas no passado, da paz esperada para o futuro e do trabalho com afinco no presente.
Comovido com a história de Severino, o rei então lhe perggunta:
- Se eu lhe der um trabalho nas lavouras reais, você daria conta do serviço?
- Claro! O senhor não vai se arrepender, mas...se não for pedir muito...preciso de um pouco de comida e água!
_ Com certeza! Comerá muito bem, beberá água sempre que tiver sede e até um pouco de vinho, quanto tiver vontade. Trabalhará durante o dia e descansará à noite. Sua morada será na Vila Real. Agora vá, os guardas o acompanharão até sua nova casa. Descanse porque o trabalho começa cedo amanhã.
Chegando a sua nova morada, Severino avista seus novos vizinhos: à esquerda, os sete anões, que irão ajudá-lo a se adaptar ao trabalho nas lavouras reais; à direita, as fadas, que fazem verdadeiros banquets para todos no reino; na casa da frente, uma linda cinderela, que logo, logo passará a ser a dona do coração de Severino.
Severino entrou, olhou tudo a sua volta e pensou: “ Poxa, se eu tivesse ‘pulado da ponte da vida’, nunca tria chegado a esse reino de magia!”
Naquela noite Severino dormiu um sono profundo, mas leve. Sonhou que todos que havia deixado na Serra da Costela também estavam com ele, trabalhando nas lavouras reais. Comendo e bebendo, sentindo-se GENTE.
Assim, Severino Retirante nos ensinou que para viver, o mais importante é nunca desistir dos nossos sonhos, pois são eles que nos movem para atravessar qualquer obstáculo, inclusive o rio da fome, da miséria e do preconceito.
        Bianca / Jaqueline e Manoela (8ª Série/Turma 83- 2011)

PARÓDIA

HINO DA VIDA NACIONAL


                                      Viram do Ipiranga às margens    
                                                                        plácidas
                                          Um povo pobre, mas estusiasmante
                                             Quer só quer a liberdade,  e com      
                                          um pouco mais de igualdade.

       Se os senhores, desta Nação,
Sonham com um pouco mais de compaixão
Sem receio, ó maturidade
Que traz em seu peito a bondade.
                        
Ó Pátria amada,
Também roubada
Salve! Salve!

Brasil, terra do tal Severino
Que saiu da sua cidade no Nordeste
Em busca de mais vida e alegria
Se depara várias vezes com a peste.

Gigante é a corrupção nesse Brasil
Que cresce juntamente a outras mil.
Mas espelhas ainda uma grandeza

Terra adorada,
Entre roubos e escândalos de que és vítima
És muito amada.

De teus filhos Severinos, cuidarás
Serás abrigo,
Acolherás.

Maicom e Luis Mariel (83)

Trabalho de alunos



Trabalho de alunos

PLANEJAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DA SALA DIGITAL

PLANEJAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DA SALA DIGITAL
Professor(as):   Izabel Ávila Rodrigues
Data
Disciplina
Série/
turma
Conteúdos a serem desenvolvidos
Software/Aplicativo/Endereço eletrônico utilizado
Metodologia
07/10


Língua Port.

(82/83)

Intertextualidade



Assistir ao filme;
Acessar sua pág. no orkut
11/10


Lingua Port.

(82/83)

Intertextualidade


Datashow – Vídeo com Hino Nacional Brasileiro baixado de: http://www.youtube.com/watch?v=bP1ATz6JNxk

Assistir ao vídeo
21/10
Língua Port.
(82/83)
Intertextualidade
Câmera digital: Fotos dos trabalhos criados pela turma, em sala de aula; scanner.

Apresentação dos trabalhos
28/10
Língua Port.
(82/83)
Intertextualidade
Visualizador de imagens e fax do windows
Windows Media Player
Visualizar os trabalhos escaneados
Assistir ao vídeo do teatro apresentado